Vítima de golpe bancário? Agir agora faz toda diferença.
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Na maioria dos casos, a vítima recebe uma ligação de um suposto atendente do banco — com música de espera e número parecido com o 0800 oficial — e é convencida a realizar transferências via Pix para “proteger” a conta. O fato de você mesmo ter feito a transferência não significa que o banco está isento de responsabilidade.
Com base em 95 avaliações
– Falsa Central Bancária (ligação do 0800 pedindo transferência ou confirmação de dados)
– Golpe do Pix
– Invasão de conta
– Golpe do Empréstimo Consignado / Empréstimo fraudulento
– Compras não reconhecidas
– Clonagem de WhatsApp com fraude financeira
– Falso investimento
– Fraudes em transferências bancárias
Atuamos na análise de casos de golpe da falsa central, golpe do Pix, transações indevidas, compras não reconhecidas, invasão de conta, empréstimos fraudulentos e outras fraudes bancárias em São Paulo/SP.
Após a avaliação do caso, definimos a melhor estratégia jurídica para reunir provas, formalizar a reclamação e adotar as medidas cabíveis contra os responsáveis, inclusive instituições financeiras, quando houver fundamento legal.
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Em casos de golpe da Falsa Central e Golpe do Pix em São Paulo, agir rápido é essencial
Em casos de Falsa Central e fraude bancária, agir rápido pode fazer diferença na preservação de provas e na definição da melhor estratégia jurídica.
O prazo prescricional para ações contra instituições financeiras é de 5 anos — mas quanto antes houver análise do caso, maiores as chances de preservar as provas necessárias.
É realmente possível recuperar o dinheiro perdido?
Sabemos que você pode estar se fazendo essa pergunta.
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Perguntas frequentes sobre golpe Pix e fraude bancária em São Paulo/SP
Sim. Esse é o chamado Golpe da Falsa Central Bancária, um dos mais comuns em São Paulo. Os criminosos se passam por atendentes de segurança do banco, criam urgência e induzem a vítima a realizar transferências via Pix. O fato de você mesmo ter feito as transferências não elimina a responsabilidade da instituição financeira, que tem o dever de identificar movimentações atípicas e acionar mecanismos de proteção ao correntista.
Em alguns casos, sim. A possibilidade de recuperação depende do tipo de fraude, da forma como o golpe aconteceu, das provas disponíveis e da análise jurídica da responsabilidade dos envolvidos. Cada caso precisa ser avaliado individualmente para identificar a melhor estratégia.
Dependendo do caso, pode haver discussão sobre a responsabilidade da instituição financeira, especialmente quando existem indícios de falha de segurança, ausência de mecanismos de prevenção à fraude ou inconsistências na operação. Essa análise deve ser feita com base nos documentos, nos registros da transação e no contexto da fraude.
Sim. Mesmo após alguns dias, ainda é importante reunir documentos, comprovantes, conversas, protocolos e demais provas relacionadas ao caso. Quanto antes houver uma análise jurídica, melhor para avaliar a situação e definir as medidas cabíveis.
A prova pode ser formada por comprovantes de transferência, extratos bancários, prints de conversas, números de telefone, e-mails, mensagens, boletim de ocorrência, protocolos de atendimento e qualquer outro registro relacionado à fraude. Esses elementos ajudam na reconstrução dos fatos e na análise jurídica do caso.
O escritório pode analisar os fatos, organizar as provas, orientar sobre a viabilidade do caso e adotar as medidas jurídicas cabíveis para buscar a responsabilização dos envolvidos e a recuperação dos prejuízos. O primeiro passo é uma avaliação técnica do ocorrido para definir a melhor estratégia.
Quem é o
Dr. Haroldo Melguizo da Silva
Dr. Haroldo Melguizo da Silva é advogado especializado em fraudes bancárias e defesa do consumidor, com atuação focada em vítimas de Falsa Central Bancária, Golpe do Pix e engenharia social em São Paulo/SP.
Graduado e Pós-Graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
OAB/SP 361.672.
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